Memória da Pesca Desportiva Nordestina

Memória da Pesca Desportiva Nordestina

Documentar a história do desenvolvimento da Pesca Amadora Desportiva na Região Nordeste é uma imperiosa necessidade, para que sejam compreendidas as dificuldades de nivelamento competitivo no Brasil; é também uma forma de honrar os precursores que lutaram para colocar o Nordeste no mapa das competições nacionais, além de incentivo às novas gerações a preservarem esse legado.

PARAÍBA

Até o ano de 1980, o que se via ao longo da Costa paraibana, em termos de Pesca Amadora era uma atividade puramente de lazer, sem regras, praticada em família e entre amigos nos fins de semanas, nos chamados “piqueniques”.

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Iáse – Futura Mãe do Passado

Iáse – Futura Mãe do Passado

Numa bela noite de festa, em certo clube social, 
Enturmado com amigos, de farra, pra toda hora 
Na mesa com “Cuba Libre”, uma bebida mundial;
Enquanto a vista passeava, eu já pensava ir embora. 

No vislumbre duma mesa, do outro lado do salão … 
Um olhar tão cativante com o sorriso encantador, 
Como um raio fulminante, atingiu meu coração; 
Logo vencida a timidez, um encontro promissor. 

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Dia das Mães

Dia das Mães

Hoje é um “dia das mães”, dia de muita saudade
Pra quem já se despediu, daquela que lhe deu vida; 
Aquela que a mão divina levou para a eternidade, 
A glorificar seus feitos, da sua missão bem cumprida. 

Mãe sublime e devotada, teus filhos oram por ti… 
Áureo trono em gratidão, te erguem em cada mente, 
E creem poder encontrar-te, num dia que há de vir 
Quando o chamado vier, do Arquiteto Onipotente. 

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Eu te amo

Eu te amo

Uma frase tão curta, com a força explosiva de um átomo em processo de fissão. Os consagrados números 3 e 7 por si só já lhe emprestam uma auréola de significativo mistério: Três palavras e sete letras.

Mas, como foi possível que eu convivesse por mais de meio século com pai e mãe sem lhes dizer e sem deles ouvir essa tão bela e significativa expressão?

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Férias de Junho

Férias de Junho

Férias de Junho
Lembranças

Anos 50, a espera pelo dia de deixar o rebuliço da cidade e voltar a saborear a paz do campo era um sonho acordado sonhado a cada dia. Esquecia as agruras da quotidiana vida rural, rememorando apenas os belos momentos de fantasia infantil, às vezes tornados realidade.

Embarcar no trem de vagões de madeira, sentar naqueles bancos de assento e encosto de taliscas, olhar pelas janelas e ver as árvores correndo como se o trem estivesse parado, ouvir o apito triste da máquina: PIUÍ, PIUÍ; ah que saudade! 

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Mariana – iluminada mãe

Respeitável Centenário

* 24/03/1916 –  + 30/05/2007

 poinsettia_note_custom_1609124 de Março de 1916 – Parecia uma sexta feira comum em qualquer lugar; menos ali  às margens do rio Paraíba do Norte, na confluência com Paraibinha que dava nome ao lugar.

Naquele dia, qual um raio de luz focado em terras áridas, ela veio da eternidade para onde, um dia, haveria de voltar; mas não sem antes  cumprir a missão Divina, de portadora de vidas   em abundância, que haveria de distribuir com responsabilidade; o que viria a ser o foco da sua própria vida,  a qual neste  março de 2016 completaria  100 anos. Continuar lendo “Mariana – iluminada mãe”

Exaltação a um Digno Centenário de Nascimento

10368260_609617939143342_4840969763712843673_nHoje, ao se completarem os 100 (cem) anos do nascimento de INÁCIO FERREIRA DO CARMO, registramos que seus 47 descendentes – entre filhos, netos e bisnetos- alcançaram o terceiro milênio honrando o seu nome e louvando o seu esforço por propiciar a todos a oportunidade de vida digna.

O seu nascimento ocorreu no dia 06 de novembro de 1914, numa casa de taipa, em terras da zona canavieira do Estado de Pernambuco, onde o seu pai JOSÉ FERREIRA DO CARMO – casado com VICÊNCIA MARIA DA CONCEIÇÃO – trabalhava como cambiteiro de engenho.

O CENÁRIO

Para aquela e tantas outras crianças nascidas na primeira quadra do século XX, a realidade era desoladora: A mortalidade infantil ceifava prematuramente a vida da maioria dos recém-nascidos; não havia antibiótico; a penicilina só seria descoberta em 1929 e chegaria ao Brasil em 1940. Aquela fatídica e cruel realidade determinaria que INÁCIO seria o único sobrevivente entre 15 irmãos.

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